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Cidades

Prefeitos e secretários apresentam situação das escolas para o retorno das aulas

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Durante a reunião por videoconferência realizada pela Associação Mato-grossense dos Municípios, nesta quarta-feira, para a discussão sobre o retorno das aulas na rede municipal de ensino em agosto, gestores e secretários municipais abordaram as diversas situações relativas a estrutura das escolas e a adoção de medidas de segurança sanitária para alunos e professores.

O prefeito de Santo Afonso, Luiz Fernando Ferreira Falcão manifestou a preocupação em iniciar as aulas devido a falta de estrutura em escola rural. Ele pondera que os prefeitos que assumiram a gestão em janeiro deste ano, não puderam melhorar as escolas em seis meses. “Aqui já investimos na frota de veículos, compramos uniformes, máscaras e outros equipamentos, mas não estamos prontos com todas as escolas”, disse ele, destacando que para manter professores online e presencial ao mesmo tempo, é um custo muito alto. “Minha proposta é que 50% dos municípios que estiverem prontos podem iniciar junto com o Estado. Outros 50% podem ficar para setembro até se estruturar com as escolas. Eu não consigo iniciar as aulas no dia 3 de agosto, pois ainda temos escolas que precisam de melhoria na sua estrutura”, assinalou.

A prefeita de Luzia Brandão de Ribeirão Cascalheira disse que em seu município, os professores pediram para aguardar a segunda dose da vacina, para depois iniciar as aulas, e tambem falta adequar as escolas. “Nesta pandemia ficamos correndo atrás de unidades de utis e vagas para as pessoas contaminadas pela Covid. Nossa previsão era de retornar as aulas somente em setembro. Além disso tem o transporte escolar que precisa de uma correção no valor por quilômetro rodado. É necessário rever a situação do transporte escolar, buscar um diálogo com o governo estadual para aumentrar o valor ”, disse ela.

A secretária municipal de Educação, Ana Abreu de Alto Garças, informou que as aulas terão início em 3 agosto e garantiu que desde de fevereiro as escolas estão preparadas. “Já elaboramos o plano de volta as aulas, junto ao Ministério Público e a secretaria de Saúde. Fizemos reuniões com diretores e coordenadores, e estamos nos adequando”, assegurou. 

Ela frisa que antes do retorno ás salas de aula, a meta é fazer os testes com todos os alunos e os professores que optarem pelo retorno presencial. “A prefeitura já organizou os equipamentos de segurança para as escolas. Uma das dificuldades é a situação dos professores que estão no grupo de risco, estão afastados e não podemos contratar outros. Em relação a transporte escolar, a maioria dos alunos é da rede estadual” observou.

A secretária de Educação de Tapurah, Nádia Bender, ressalta que pediu orientação para secretária de Itanhangá, município vizinho, que foi o primeiro a retornar as aulas, “De acordo com um levantamento, a incidência de casos positivos em jovens é fora da escola e não no ambiente escolar. Vamos priorizar a segurança dos alunos e professores. Temos o apoio dos pais”, garantiu

Já o secretário de Educação de São José do Povo, Gustavo Benedito Medeiros, relatou que o município está tendo muita dificuldade na parte de licitação, “Temos muitas carências aqui. Um ponto que eu gostaria de colocar, é o plano biopedagódico. Nas primeiras discussões, deparemos com o calendário estadual e já estamos nos adaptando. Quando as aulas retornarem vamos dar todo o  suporte para os alunos do estado”, concluiu.

Fonte: AMM

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Cidades

Mato Grosso registra 489.642 casos e 12.765 óbitos por Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta sexta-feira (30.07), 489.642 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 12.765 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 1.535 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 489.642 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 10.896 estão em isolamento domiciliar e 464.461 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 441 internações em UTIs públicas e 275 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 80,33% para UTIs adulto e em 32% para enfermarias adultos.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (99.606), Rondonópolis (34.777), Várzea Grande (32.760), Sinop (23.531), Sorriso (17.124), Tangará da Serra (16.763), Lucas do Rio Verde (14.578), Primavera do Leste (12.939), Cáceres (10.681) e Barra do Garças (9.975).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 376.852 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 516 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na quinta-feira (29.07), o Governo Federal confirmou o total de 19.839.369 casos da Covid-19 no Brasil e 554.497  óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país tinha 19.797.086 casos da Covid-19 no Brasil e 553.179 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados desta sexta-feira (30.07).

Recomendações

Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança.

Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: AMM

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Pesquisa Covid-19: 2.373 gestores locais são favoráveis a vacinação obrigatória da população

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Mais de 2,7 mil Municípios participaram da 19º edição da pesquisa sobre a Covid-19 aplicada entre os dias 26 e 29 de julho. Destaca-se o não retorno de quem tomou a primeira dose da vacina, em 1.805 localidades. Também chama a atenção o comprometimento do poder local para concluir o esquema vacinal do público. Novamente, a pesquisa aponta que mais 87,7% – dos gestores que responderam a essa pergunta – são favoráveis à vacinação obrigatória do público alvo.

Entre as cidades com pendências para a aplicação da segunda dose da vacina, 1.334 ou 73,9% indicam que se trata de menos de 10% do total de vacinados; 237 apontam o problema com até 19% do público. O mapeamento semanal da Confederação Nacional de Municípios (CNM) mostrou que 1.759 gestores locais – o que indica 97,4% de quem respondeu a essa questão – têm buscado por essas pessoas para concluírem a vacinação.

Em 1.532 Municípios, cerca de 10% da população convocada para imunização não compareceu para tomar a primeira dose ou dose única da vacina contra Covid-19. Outros 695 gestores municipais afirmaram não ter identificado ausências. Quando o assunto é a faixa etária, 99,5% já iniciaram a imunização de pessoas abaixo de 60 anos; e só quatro ainda não começou a imunização desse público.

Quase 32% ou 858 atende o público de 30 a 34 anos; 748 está na faixa de 35 a 39 anos; 469 entre 25 e 29 anos; 295 vacina de 40 a 44 anos; e 217 já tem imunizado menores de 24 anos. Contudo, conforme mostra a pesquisa, 706 localidades ficaram sem os imunizantes nos últimos dias, a maior parte para aplicação da primeira dose – 1.805 Municípios ou 97,9%.

UTI e kit intubação
Mantida a tendência de redução de mortes e internações, 991 cidades têm ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Covid-19 ou não abaixo de 60%, representando 36,6% das respostas. Já a taxa de 60% e 80% foi informada por 841 gestores. Apenas 68 Municípios têm mais de 95% de lotação. Além disso, apenas 184 cidades sinalizaram risco de falta do “kit intubação”; e 2,249 afirmam estar abastecidos com a medicação.

Teve aumento de infecções pelo novo coronavírus em 450 cidades. Dos 2.705 mapeados nesta questão, 1.112 tiveram redução de casos confirmados e 849 se manteve estável, ou seja, 41,1% e 31,4% respectivamente. Não houve registo de novos casos em 229 cidades. Não houve mortes confirmadas em 55,8% dos 2.705 Municípios respondentes, isso significa 1.510 locais sem óbitos por Covid-19. Em 19,8%, o quadro se mantém estável; 15% teve redução e 7,3% registrou aumento.

Ainda assim, conforme demonstra a pesquisa da CNM, 1.805 localidades, ou 66,7%, mantêm alguma restrição de circulação ou de atividades econômicas. Tal questão foi respondida por 2.705 Municípios, e deles 848 ou 31,3% afirmaram normalidade. Sobre as aulas presenciais, o levantamento focou no investimento com recursos próprios dos Municípios para retomada das atividades escolares presenciais, e 66% ou 1.641 tiveram custos para ações de biossegurança; e 34% ou 846 cidades não sinalizaram aumento neste aspecto.

Mobilidade e Transporte
Com a queda da demanda do transporte público, em virtude da pandemia, 1.559 prefeituras não registraram aumento de despesas nesta questão; 131 apontam ter assumido 100% dos custos deste serviço, em nível local. A pesquisa mapeou ainda os incentivos em relação ao transporte alternativo, como campanhas para maior uso de bicicletas. Dentre as iniciativas, 426 promoveram campanhas de estímulo para o uso.

Nesta edição, a pesquisa levantou o cenário de Municípios que utilizam recursos próprios para retomada das aulas presenciais. A principal fonte de recursos para viabilizar a volta às aulas vem do setor. Dos respondentes, 2.074 ou 76,7% usa o orçamento da educação municipal; e 1.288 ou 47,6% utilizam a verba da educação estadual. Do total, 1.117 gestores usam a verba da saúde e os recursos estaduais para saúde têm sido usados por 705 Municípios para reabrir as escolas.

ACESSE A PESQUISA NA ÍNTEGRA AQUI

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– Edição 01: https://bit.ly/3uWHsU

Fonte: AMM

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