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Economia

Presidente da Fiemt detalha na França potencial de Mato Grosso para atrair investimentos

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O presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Gustavo de Oliveira, apresentou as principais oportunidades econômicas do Estado no VI Fórum Econômico Brasil-França, em Paris, e ficou surpreso com a grande receptividade do público. Economia verde, alimentos, biocombustíveis, energia, manejo florestal, mineração, construção foram alguns dos setores que despertam o interesse de investidores franceses por Mato Grosso.  “É impressionante como todos aqui estão com grandes esperanças na iniciativa do governo brasileiro de atrair investimentos estrangeiros. O Brasil está abrindo uma nova fronteira para o desenvolvimento mundial em diversas áreas, como infraestrutura, saneamento, economia verde, parcerias público-privadas e outras”, disse. Um dos principais receios do investidor, no entanto, é a segurança jurídica. “Fomos questionados e cobrados sobre a necessidade de garantir que não haja mudanças de regras frequentes”, alerta.

Um dos destaques para Mato Grosso foi o anúncio do ministro da secretaria de Governo, Carlos Alberto dos Santos Cruz, de que as ferrovias Fico e Ferrogrão (Sinop a Miritituba-PA) farão parte de um lote com pelo menos 105 projetos de concessão ou privatização que será liberado em novembro deste ano. O governo espera atrair de R$ 400 a R$ 450 bilhões em investimentos para o país com esses projetos. Até agora, já foram concedidos 147 projetos, gerando US$65 bi em investimentos e US$13,5 bi em valor de outorga para a União, de acordo com o ministro.

Ele destacou a diretriz de aumento da participação do setor privado na economia, com redução no tamanho do Estado e descentralização de recursos de modo a priorizar estados e municípios. De acordo com o ministro, trata-se de um esforço para o país, que passa por qualificação da mão-de-obra, modernização institucional, muito investimento em inovação, aumento da concorrência – principalmente em algumas áreas nas quais o setor público tem monopólio – abertura para novos atores empresariais e grandes investimentos em infraestrutura.

Convidado como painelista para o tema “oportunidades de parceria nos Estados Brasileiros”, Gustavo de Oliveira abordou o potencial de Mato Grosso em diversas áreas, com ênfase na economia verde, incluindo a necessidade de obras de infraestrutura, diversas possibilidades em energia limpa, construção civil e outras áreas. “Também deixamos claro que em Mato Grosso existem atrativos que buscam compensar a nossa distância dos grandes mercados e as dificuldades com a logística. A redução do imposto renda por estar na área da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia, a Sudam, além dos incentivos fiscais nos impostos estaduais, são exemplos de atrativos que precisam ser mantidos. O momento era de grande importância para falar sobre o que temos de positivo e fortalecer nossa imagem”, afirmou Gustavo. “Isso faz parte do papel da Fiemt, buscar investidores que possam ajudar a promover a industrialização e o desenvolvimento socioeconômico de Mato Grosso, e se consolidar como interlocutora desses investidores”.

O presidente do Conselho Empresarial Brasil França e do Movimento das Empresas da França (Medef), Alexis Duval, abriu o Fórum destacando a importância do Brasil para as empresas francesas, que já investiram mais de 24 bilhões de euros no país, geram mais de 500 mil empregos, investimentos todos de longo prazo e de todo tamanho, grandes, pequenas e médias. Ele reafirmou a importância para as empresas, além da segurança jurídica, do momento que o Brasil vive de uma pauta econômica mais liberal, de forte apoio do governo ao crescimento econômico, buscando o controle da inflação e priorizando o reequilíbrio das contas públicas.

A informação é da assessoria da Fiemt.

Só Notícias (foto: assessoria)

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Economia

Nova presidente da Caixa assume cargo na terça-feira

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A economista Daniella Marques Consentino teve o nome aprovado hoje (1º) pelo Comitê de Elegibilidade da Caixa Econômica Federal e assinou o termo de posse. Ela assumirá oficialmente o cargo na próxima terça-feira (5), em cerimônia oficial no Palácio do Planalto.

Ex-secretária especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Daniella Consentino substituirá Pedro Guimarães, que pediu demissão nessa quarta-feira (29), após denúncias de assédio sexual que estão sendo investigadas pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público do Trabalho. Ele negou as acusações na carta de renúncia.

No governo desde janeiro de 2019, Consentino foi chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos do Ministério da Economia. Uma das principais assessoras do ministro Paulo Guedes, ela assumiu a Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade no início do ano.

Com formação em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), a nova presidente da Caixa tem MBA em Finanças pelo Ibmec e uma carreira no mercado financeiro. Foi diretora-executiva da Oren Investimentos e diretora de Risco e Compliance, sócia e gestora de Renda Variável da Mercatto Investimentos. Antes de entrar no governo, foi sócia do ministro Guedes na Bozano Investimentos, onde foi diretora de Compliance e Operações e Financeiras.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Economia

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Economia

Festas juninas devem movimentar este ano R$ 641 milhões em São Paulo

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As festas juninas devem movimentar R$ 641 milhões entre os meses de maio e julho no estado de São Paulo, segundo projeção do Centro de Inteligência da Economia do Turismo (Ciet), ligado à Secretaria de Turismo e Viagens. O centro calcula R$ 396,1 milhões de impacto direto e R$ 244,9 milhões de efeitos indiretos.

Uma grande parcela dessa movimentação financeira vem dos gastos do público durante os eventos, estimado em R$ 361,1 milhões. Os turistas representam 12% dos frequentadores das festas juninas, respondendo por 37% dos gastos (R$ 133,2 milhões), enquanto os moradores locais respondem por 63% do consumo (R$ 227,9 milhões), calculou o Ciet.

De acordo com informações do estado, em 2022, eventos em 316 municípios localizados em regiões turísticas devem reunir 3,7 milhões de pessoas, com geração de 15.950 empregos.

A projeção do Ciet mostra que as festas juninas deste ano praticamente recuperam o fluxo de visitantes e movimentação financeira, na comparação com o ano de 2019, período anterior à -pandemia.

De acordo com o centro, o publico médio estimado em 2022 é de 12 mil pessoas por evento. Em 2019, o público estava em torno de 14 mil, e a movimentação financeira foi de R$ 660 milhões.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Economia

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