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Sinop: prefeitura abre licitação para contratar empresa de coleta de lixo hospitalar

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A prefeitura abriu processo licitatório, na modalidade pregão eletrônico, para registro de preços para contratação de empresa especializada em prestação de serviços de coleta, armazenamento, transporte, tratamento e destinação final de resíduos do serviços de saúde. O início da sessão de julgamento das propostas será no próximo dia 11. É previsto investimento de R$ 92 mil.

As coletas serão feitas nas farmácias regionais, ambulatório, Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), Centro de Especialidades Médicas (CEM), Centro de Especialidades Odontológicas (CEO), Laboratório Municipal de Análises Clínicas de Sinop (LAMAC), Serviço de Assistência Especializada (SAE), Secretaria Municipal de Saúde, Centro de Reabilitação de Sinop (CER) e nas 20 Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Consta no edital que poderão participar do certame empresas interessadas que se enquadrem no ramo de atividade conforme resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e demais alterações, para atender às necessidades da Secretaria Municipal de Saúde.

A empresa vencedora da licitação para fazer o serviço de coleta e transporte deverá apresentar Certificado de Inspeção para o Transporte de Produtos Perigosos (CIPP), licença de operação devidamente licenciado pelo órgão ambiental.

Além de declaração de que possui os equipamentos de segurança para fins de coleta e transporte até o local destinado, que ficarão a cargo da empresa, licença de operação para armazenamento de resíduos acompanhada do parecer técnico e licença de funcionamento emitida pelo Órgão Federal para transporte de resíduos químicos emitidos pelo departamento de Polícia Federal.

Só Notícias/Cleber Romero (foto: Só Notícias/Guilherme Araújo/arquivo)

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Advogado alega ter sido vítima de tentativa de assassinato, e juíza adia audiência que ouviria réu acusado de chacina em Sinop, Mato Grosso.

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A justiça de Mato Grosso reagendou a primeira audiência de instrução para ouvir o réu Edgar Ricardo de Oliveira, que admitiu ser o responsável pelo assassinato de sete pessoas na chacina ocorrida em Sinop, em fevereiro deste ano.

 

A juíza da 1ª vara Criminal de Sinop, Rosangela Zackarin dos Santos, acatou o pedido da defesa e alterou a data da audiência. Inicialmente, estava marcada para ocorrer no dia 28 deste mês.

 

A defesa alegou que o advogado de Edgar, Marcos Vinicius Borges, foi alvo de uma tentativa de homicídio e ainda está em licença médica devido aos ferimentos sofridos. No dia 23 de março, dois homens armados invadiram seu escritório e o balearam.

Outro motivo para a alteração da data foi a impossibilidade de Edgar comparecer por videoconferência devido à suspensão das atividades na unidade prisional, que está passando por um processo de vacinação contra a Covid-19. O réu encontra-se preso na Penitenciária Central do Estado (PCE).

 

A chacina, que resultou na morte de sete pessoas, ocorreu em um bar na cidade de Sinop, no dia 23 de fevereiro deste ano. Edgar e seu comparsa, Ezequias Ribeiro, estavam envolvidos em uma aposta de alto valor em um jogo de sinuca. Após perderem as apostas, ambos se revoltaram, foram até a caminhonete, pegaram armas e começaram a disparar contra as pessoas presentes no bar. Entre as vítimas estava uma criança de 12 anos, que foi assassinada juntamente com seu pai.

Os mortos foram identificados como Maciel Bruno de Andrade Costa, Orisberto Pereira Souza, Elizeus Santos da Silva, Getúlio Rodrigues Frezão Junior, Josué Ramos Tenorio, Adriano Balbinote e Larissa de Almeida Frazão, de 12 anos.

 

“Acolhendo o pedido da defesa, bem como considerando a impossibilidade de apresentação do acusado devido à situação na instituição prisional em que está detido, designo a audiência de instrução e julgamento previamente marcada para a data de 19 de junho de 2023, às 13h30, com a possibilidade de participação por meio de videoconferência”, decidiu a juíza.

Fonte: Jbnews

 

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Mesmo ferido, advogado correu atrás de atirador por 200 metros

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Seu pai, Lúcio Borges, que chegou a lutar com um dos bandidos, prestou depoimento

Os detalhes revelados até agora em depoimento sobre o ataque sofrido pelo advogado Marcos Vinícius Borges, de 37 anos, no fim da tarde desta quinta-feira (23), podem ajudar a polícia a remontar a dinâmica do crime e traçar um perfil dos dois criminosos que se passaram por clientes para que conseguissem chegar até o escritório do criminalista, em Sinop (MT), onde o atacaram a golpes e tiros.

 

Um deles é o do pai de Marcos, Lúcio Borges, de 76 anos, testemunha do atentado e que diz também ter entrado em luta corporal com os bandidos. Tudo aconteceu a apenas 300m da sede municipal da OAB, que desejou melhoras a Borges e disse ter entrado em contato com as autoridades.

 

Ele contou aos investigadores, conforme apurou O GLOBO, que o filho chegou a correr por 200 metros atrás de um dos criminosos em fuga, até perceber que havia sido baleado. A Divisão de Homicídios analisa câmeras de segurança, que fazem o monitoramento do imóvel, mas nenhum suspeito foi identificado até agora. Tampouco há indícios sobre a motivação.
O idoso narrou à polícia que o filho havia acabado de autorizar a entrada de um dos homens em sua sala – que fingia ser um cliente –, ao terminar uma chamada de vídeo. Logo depois, um segundo criminoso entrou no escritório, no andar inferior, empunhando uma arma semelhante a uma submetralhadora. Ele, então, diz que entrou em luta corporal com o bandido armado, até que ouviu três tiros vindos do andar de cima. Neste momento, teria conseguido se desvencilhar e correr até a sala do filho. Marcos Vinícius estaria, de acordo com Lúcio, lutando contra o outro criminoso; este, armado com um revólver. Juntos, eles teriam conseguido afugentá-lo.

À polícia, Lúcio contou ainda que, em seguida, Marcos Vinícius, mesmo ferido, correu atrás do bandido por cerca de 200 metros, já fora do escritório. No entanto, ele voltou ao perceber que havia sido baleado. Acabou socorrido pelo pai, que o levou ao Hospital Dois Pinheiros. No caminho, mesmo ferido, o próprio advogado foi quem acionou a polícia pelo celular. Questionado, ele disse não se lembrar das vestes ou das características físicas dos bandidos.

 

À reportagem, a Polícia Civil afirmou, nesta sexta-feira, que todas as informações estão sendo apuradas para identificação dos suspeitos do crime e acrescentou que é prematuro fazer qualquer afirmação neste momento.

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