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Economia

UFMT desenvolve pesquisa que busca agregar valor ao pescado enlatado em Mato Grosso

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A Universidade Federal de Mato Grosso está desenvolvendo o projeto de pesquisa “apertização de Pescado do Pantanal Mato-Grossense”, com o objetivo de investigar o potencial econômico destes peixes. O professor Paulo Afonso Rossignoli coordena a pesquisa que propõe utilizar os peixes de baixo custo comercial e agregar valor através do enlatamento. O pescado enlatado seria um concorrente da sardinha, só que com sabor mais refinado. “Fazemos com piau, piranha, pacu, mas o que fica show de bola mesmo é a piraputanga”, detalha o professor, orientador do projeto de pesquisa.

Ele ressalta que o processo é muito simples. “Você encerra o pescado dentro de uma lata, faz a exaustão, que é o aquecimento da lata com o produto dentro, e lacra na recravadeira. Depois com o produto lacrado, é aquecido no mínimo 80º e vai para a autoclave. Aí se esteriliza a embalagem lacrada. Então o alimento fica com uma garantia de qualidade muito boa, porque foi esterilizado com embalagem lacrada”.

Ele acredita que os resultados serão importantes para a indústria  agregar valor aos pescados da região de Cuiabá. Atualmente, a indústria de transformação da área de pescado prepara o produto para venda in natura. Para Rossignoli, apenas isso não basta. “A indústria está estacionada, só vende produtos congelados e não faz outra coisa. No país, não tem enlatado de pescado de água doce, só tem sardinha e atum. Essa é nossa inovação de produto, não de processo, pois isto já se fazia antes, mas o produto é a nossa inovação”, afirma ele.

Além da inovação, o projeto também é utilizado como aulas práticas para enriquecer o aprendizado dos estudantes. É o caso de Jaqueline Oliveira, graduada em Nutrição e atualmente mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal, que tratou do assunto em seu trabalho de conclusão de curso. “Foi uma experiência muito boa, enriquecedora. Na primeira aula que tive contato com o tema de enlatamento de pescados me interessei bastante e já procurei um projeto relacionado a isso”, conta.

A informação é da assessoria da UFMT.

Só Notícias (foto: Só Notícias/arquivo)

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Economia

Nova presidente da Caixa assume cargo na terça-feira

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A economista Daniella Marques Consentino teve o nome aprovado hoje (1º) pelo Comitê de Elegibilidade da Caixa Econômica Federal e assinou o termo de posse. Ela assumirá oficialmente o cargo na próxima terça-feira (5), em cerimônia oficial no Palácio do Planalto.

Ex-secretária especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Daniella Consentino substituirá Pedro Guimarães, que pediu demissão nessa quarta-feira (29), após denúncias de assédio sexual que estão sendo investigadas pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público do Trabalho. Ele negou as acusações na carta de renúncia.

No governo desde janeiro de 2019, Consentino foi chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos do Ministério da Economia. Uma das principais assessoras do ministro Paulo Guedes, ela assumiu a Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade no início do ano.

Com formação em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), a nova presidente da Caixa tem MBA em Finanças pelo Ibmec e uma carreira no mercado financeiro. Foi diretora-executiva da Oren Investimentos e diretora de Risco e Compliance, sócia e gestora de Renda Variável da Mercatto Investimentos. Antes de entrar no governo, foi sócia do ministro Guedes na Bozano Investimentos, onde foi diretora de Compliance e Operações e Financeiras.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Economia

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Economia

Festas juninas devem movimentar este ano R$ 641 milhões em São Paulo

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As festas juninas devem movimentar R$ 641 milhões entre os meses de maio e julho no estado de São Paulo, segundo projeção do Centro de Inteligência da Economia do Turismo (Ciet), ligado à Secretaria de Turismo e Viagens. O centro calcula R$ 396,1 milhões de impacto direto e R$ 244,9 milhões de efeitos indiretos.

Uma grande parcela dessa movimentação financeira vem dos gastos do público durante os eventos, estimado em R$ 361,1 milhões. Os turistas representam 12% dos frequentadores das festas juninas, respondendo por 37% dos gastos (R$ 133,2 milhões), enquanto os moradores locais respondem por 63% do consumo (R$ 227,9 milhões), calculou o Ciet.

De acordo com informações do estado, em 2022, eventos em 316 municípios localizados em regiões turísticas devem reunir 3,7 milhões de pessoas, com geração de 15.950 empregos.

A projeção do Ciet mostra que as festas juninas deste ano praticamente recuperam o fluxo de visitantes e movimentação financeira, na comparação com o ano de 2019, período anterior à -pandemia.

De acordo com o centro, o publico médio estimado em 2022 é de 12 mil pessoas por evento. Em 2019, o público estava em torno de 14 mil, e a movimentação financeira foi de R$ 660 milhões.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Economia

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