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Mato Grosso

Polícia Civil prende em flagrante homem que agrediu ex-mulher e filho em Várzea Grande

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Um homem, suspeito de agredir a ex-companheira e seu filho de apenas três anos de idade, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (18.5), em ação realizada pelos policiais da Delegacia de Defesa da Mulher e Vulneráveis 24 horas de Várzea Grande.

O suspeito, de 28 anos, natural da Venezuela, foi autuado em flagrante pelos crimes de por lesão corporal contra a mulher, lesão corporal contra a criança, maus-tratos e dano qualificado no âmbito da violência doméstica.

As investigações iniciaram após a vítima, de 35 anos, procurar a delegacia, relatando que está separada há nove meses do ex-companheiro, porém ele passou a persegui-la. Nesta segunda-feira (18), ele invadiu a casa da vítima e passou a agredi-la com socos no rosto.

Não satisfeito em agredir a ex-companheira, o suspeito também bateu violentamente no próprio filho, deixando marcas pelo corpo do menor. A mãe e o filho receberam acolhimento e foram encaminhados para exames médicos.

Logo após a denúncia, a equipe da Polícia Civil iniciou as diligências, localizou e capturou o agressor, que foi conduzido à Delegacia da Mulher e Vulneráveis de Várzea Grande, onde foi lavrado o flagrante, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Seduc leva experiência de Mato Grosso ao Fórum Mundial de Educação

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A Secretaria de Estado de Educação, participa, de 16 a 20 de maio, em Londres, do Fórum Mundial de Educação. O encontro reúne ministros, secretários e representantes governamentais de mais de 100 países para discutir os rumos da educação diante de temas que já pressionam os sistemas de ensino em diferentes partes do mundo.

A edição de 2026 tem como tema “Educar para um Futuro Compartilhado: Paz, Planeta, Propósito e Caminhos”. A programação concentra debates sobre inovação educacional, desenvolvimento de competências, cooperação internacional e o papel da escola na preparação das novas gerações.

A secretária de Estado de Educação, Flávia Soares, participa como palestrante em um painel sobre atuação docente, processos pedagógicos e desenvolvimento profissional dos professores. A sessão discutirá o papel dos educadores na melhoria da qualidade da educação e dos sistemas de ensino, com foco em políticas de apoio, valorização e formação continuada.

O debate também deve abordar caminhos para fortalecer a aprendizagem dos estudantes, desde a preparação inicial dos professores até oportunidades de liderança, de reconhecimento público e de mecanismos de acompanhamento que contribuam para uma carreira docente mais qualificada e respeitada.

Para Flávia, a presença de Mato Grosso no fórum permite observar experiências internacionais e, ao mesmo tempo, apresentar caminhos adotados pela rede estadual, como no caso do regime de colaboração

“A alfabetização, quando discutida no contexto mundial, não pode ser vista de forma isolada. Ela conversa com o currículo, a avaliação, a formação do professor e com a capacidade de cada sistema educacional de acompanhar o estudante antes que as dificuldades se aprofundem”, destacou.

A secretária também acompanha discussões sobre estratégias para a educação de meninas, barreiras ao acesso e à permanência na escola, educação infantil, inclusão, avaliação e transformação digital.

“São temas que interessam diretamente à educação pública de Mato Grosso. O que buscamos é compreender como outros países enfrentam problemas semelhantes e quais respostas podem dialogar com a realidade das nossas escolas”, completou Flávia Soares.

Na programação, a secretária também participa da sessão paralela “Investimento nos professores para fortalecer os sistemas de ensino”. O debate trata do papel dos docentes na melhoria da qualidade da educação e aborda desde a formação inicial até o desenvolvimento profissional contínuo, as oportunidades de liderança, o reconhecimento público e os mecanismos de apoio ao trabalho em sala de aula.

Além de Flávia Soares, representando o Brasil, participam dessa plenária Mugenyi Cleophus, comissário para a Educação Básica de Uganda; Azmi Mahafzah, ministro da Educação Superior e Pesquisa Científica da Jordânia; Robert Tarn, CEO do Gems School of Management, da GEMS Education; e Peter Scott, presidente da Commonwealth of Learning, como moderador.

No grupo brasileiro que participa do evento, também estão representantes dos Estados do Paraná, Rio Grande do Sul e da Paraíba.

A agenda do Fórum Mundial de Educação segue até quarta-feira (20.5), com sessões técnicas, programação oficial, encontros de networking, recepção do Governo Britânico e plenária de encerramento.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Politec integra rede de proteção a crianças e adolescentes vítimas de violência

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) integra a Rede Protege, iniciativa voltada ao atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência. A instituição atua no fluxo de acolhimento e assistência com foco na redução da revitimização, na agilidade das intervenções e no fortalecimento do trabalho integrado entre os órgãos da rede de proteção.

A atuação em rede de proteção integrada contra o abuso sexual envolve a qualificação técnica, atuação interdisciplinar, sensibilidade humana e compromisso ético dos profissionais envolvidos.

A Rede conta com a participação de diversas instituições, entre elas, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso, a Defensoria Pública, a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, Secretarias de Assistência Social, Saúde, Educação, Segurança Pública, Conselhos Tutelares e Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente.

Nos casos de violência contra crianças e adolescentes, a atuação da Politec está centrada na realização de perícia oficial, entrevista forense estruturada para a busca da materialidade do crime em ambiente protegido adequado. Envolve a coleta e análises de provas legais que auxiliam a polícia na identificação da autoria do crime e na eventual condenação do suspeito.

O conselho tutelar é responsável pelo registro do boletim de ocorrência e pelo acompanhamento da criança/adolescente para exame pericial na Politec. A vítima deve ser encaminhada para coleta de vestígios em até 72 horas, sendo priorizado o fluxo da saúde antes da coleta de vestígios.

Posteriormente, a criança/adolescente retorna para o Hospital Universitário Julio Muller para continuidade dos cuidados, conforme fluxo do Programa de Atendimento a Vítimas de Violência Sexual) do HUJM (Hospital Universitário Júlio Müller (PAVVS), que é um serviço de referência especializado no acolhimento, diagnóstico e tratamento de pessoas em situação de violência sexual, localizado na cidade de Cuiabá (MT).

Os trabalhos de perícia e identificação criminal serão prestados, e suas informações fornecidas sempre que requisitadas por presidentes de Inquérito Policial, Civil ou Militar, pelo Ministério Público ou por determinação judicial, em qualquer fase da persecução penal.

Conforme a gerente do Núcleo de Atendimento às Vítimas de Violência Sexual e de Gênero (NAVVs), Verônica Brandão, os atendimentos são realizados na Sala Lilás localizada nas dependências da Diretoria Metropolitana de Medicina Legal, no bairro Jardim Universitário, e nas unidades da Politec de Pontes e Lacerda, Água Boa e Nova Mutum.

“Essas crianças ou adolescentes geralmente são trazidas pelo Conselho Tutelar ou familiares/responsáveis já com requisição da autoridade policial, com boletim de ocorrência confeccionado”, explicou.

Nestas salas, os exames periciais de lesões corporais e a constatação de violência sexual são realizados de forma priorizada e acolhedora, 24 horas por dia. No espaço é oferecido atendimento multidisciplinar a mulheres e meninas em situação de violência de gênero, seguindo as diretrizes de proteção, privacidade e respeito a intimidades previstas na Portaria Nacional do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a partir de um fluxo construído a fim de garantir que a vítima tenha acesso aos serviços necessários nos casos dos diferentes tipos de violência sofrida.

“A violência sexual contra crianças e adolescentes nem sempre deixa marcas visíveis, mas frequentemente produz cicatrizes profundas na mente, no desenvolvimento emocional e na forma como aquela vítima passará a enxergar a si mesma, o outro e o mundo. Por isso, cada atendimento realizado com ética, escuta qualificada, sensibilidade e rigor técnico pode representar não apenas a produção de uma prova, mas a possibilidade real de interromper ciclos de violência e devolver dignidade, proteção e esperança a uma infância marcada pelo trauma”, destacou Verônica.

No Brasil, essa conduta é tipificada no Artigo 217-A do Código Penal, que classifica a conjunção carnal ou a prática de qualquer ato libidinoso com menores de 14 anos como crime de estupro de vulnerável. Este ato é considerado crime independentemente do consentimento da vítima, de ela ter experiência sexual anterior ou de existir um relacionamento amoroso.

Conforme o delegado adjunto da Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, Vitor Chab Domingues, trata-se de um crime silencioso, em que muitas vezes não há testemunhas e onde 90% dos crimes sexuais contra menores são cometidos no ambiente familiar.

“A Deddica é a porta entrada desses crimes, em que muita das vezes há uma sub – notificação dos casos. Infelizmente estamos em um momento em que estão aumentando muito os crimes contra crianças e adolescentes”, alertou o delegado.

Além da responsabilização criminal do acusado, profissionais e estudiosos descrevem que a prevenção pode começar dentro de casa, no diálogo e percepção dos sinais comportamentais na criança.

A pediatra Mariana Reginaldo do PAAVS – Hospital Julio Muller, cita alguns sinais característicos que merecem atenção da família e dos profissionais de saúde.

Dentre estes sintomas estão a regressão no desenvolvimento – atraso no desenvolvimento da fala, choro repentino, comportamento hiperssexualizado ou jogos eróticos atípicos para a idade, medo repentino de um adulto específico, fuga de casa e isolamento extremo, ideação ou tentativa de suicídio, uso abusivo e precoce de álcool e drogas.

“Existe um ciclo que a gente precisa seguir para tratar das crianças. Como mães, como pais e cuidadores, nós precisamos intervir positivamente nesses casos e imediatamente. Precisamos promover a educação sexual, precisamos ensinar a nossas crianças o que fazer para se proteger , o que não fazer e como fazer, existem inúmeros materiais didáticos, e livros indicados para cada faixa etária que auxiliam nesse processo educacional. O que precisamos aprender é que nunca é tarde para se reorganizar, dialogar com os filhos o que for possível de acordo com o grau de maturidade da criança”, destacou a profissional.

18 de Maio

O dia 18 de Maio marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

A data oficializa a necessidade de ações contínuas e coordenadas para proteger crianças e adolescentes da violência sexual. A data alinha-se aos princípios do Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, que orienta as políticas públicas e ações em todo o território nacional, buscando prevenir, proteger e responsabilizar nos casos de violência sexual, promovendo uma cultura de proteção integral.

Fonte: Governo MT – MT

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