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Política MT

Virginia cita “comitê do mal” e lembra acusações falsas na época de Mauro prefeito

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A ex-primeira-dama afirmou estar indignada por envolverem seus filhos e ressaltou a inocência da família

A ex-primeira-dama Virginia Mendes (UB) afirmou que a família é alvo de acusações falsas articuladas pelo “comitê do mal” após a deflagração da Operação Heritage, da Polícia Federal, que investiga supostas irregularidades envolvendo um acordo de R$ 308 milhões entre o governo de Mato Grosso e a operadora Oi.

Na manifestação feita nas redes sociais neste sábado (8), Virginia relembrou acusações enfrentadas pela família durante o período em que Mauro Mendes foi prefeito de Cuiabá. Segundo ela, o caso levou anos até que a família pudesse provar que era inocente.

“Podem tentar fazer de tudo. O comitê da maldade pode até se mobilizar, armar, inventar e distorcer. Mas uma coisa eles não podem: enganar a Deus. Porque Ele vê tudo. Cada detalhe. Cada intenção. Cada mentira que tentaram plantar para nos atingir”, escreveu.

Virginia também declarou indignação com as investigações e disse acreditar que o objetivo seria atingir sua família. “Como mãe e esposa fico indignada com tamanha falta de caráter e hombridade. Querem destruir minha família, mas, em nome de Jesus, não vão conseguir”, declarou.

A Operação Heritage foi deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (6). O nome da operação faz referência ao fundo GS Heritage FIP, que tem entre os cotistas Mauro Mendes, Virginia Mendes e os filhos do casal.

A investigação apura a movimentação dos recursos por meio de fundos de investimento e possíveis conexões com pessoas e empresas ligadas aos investigados.

Mauro Mendes está entre os alvos da operação e teve medidas cautelares determinadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O deputado federal Fábio Garcia (União Brasil), também citado na investigação, é outro alvo.

OUTRO LADO

Mauro e Fábio negam irregularidades relacionadas ao caso. O ex-governador afirma que o acordo com a Oi foi realizado dentro da legalidade.

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De médico milionário a candidatos sem bens; veja o patrimônio da chapa do PSDB à AL

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Dr. Odenilson, de Cáceres, lidera ranking de patrimônio do PSDB com R$ 88,9 milhões declarados

A chapa do PSDB para deputado estadual reúne candidatos com perfis patrimoniais bastante distintos, desde empresários e médicos multimilionários até um blovo de ‘tucanos’ que declararam não possuir nenhum bem à Justiça Eleitoral. O maior patrimônio é do médico Dr. Odenilson, de Cáceres, que informou R$ 88,9 milhões em bens, seguido pelo deputado estadual Carlos Avallone, com R$ 33,2 milhões e pelo também deputado Chico Guarnieri, com R$ 7,3 milhões.

Dr. Odenilson concentra sua fortuna principalmente em imóveis. O bem de maior valor é uma residência em Cáceres declarada em R$ 85,5 milhões, além de outros imóveis urbanos e terrenos.

Já Carlos Avallone tem o patrimônio em participações empresariais e créditos a receber, com destaque para quotas da Fratello Engenharia e lucros distribuídos de empresas dos setores de engenharia e energia.

Na terceira posição, Chico Guarnieri declarou áreas rurais em Barra do Bugres e outras propriedades que somam milhões de reais.

O deputado Juca do Guaraná aparece na 12ª posição, com R$ 997,6 mil, tendo como principal patrimônio participação em uma empresa do ramo imobiliário.

A suplente, geóloga Sheila Klener, declarou R$ 2,9 milhões, enquanto Hugo Garcia informou R$ 804,4 mil concentrados principalmente em um apartamento em Cuiabá.

Na outra ponta do ranking, três candidatos afirmaram não possuir patrimônio. Ediana F. Campos, Elo Fontes e Uelida Ribeiro registraram “não há bens a declarar” junto à Justiça Eleitoral.

RANKING DO PATRIMÔNIO DE CANDIDATOS DO PSDB A DEPUTADO ESTADUAL

1º Dr. Odenilson: R$ 88,9 milhões
2º Carlos Avallone: R$ 33,2 milhões
3º Chico Guarnieri: R$ 7,3 milhões
4º Carlos Sirena: R$ 4,7 milhões
5º Fernando Schroeter: R$ 4,3 milhões
6º Sheila Klener: R$ 2,9 milhões
7º Daniel do Lago: R$ 2,5 milhões
8º Nelson Paim: R$ 1,6 milhão
9º Dr. Marcos Vinícius: R$ 1,6 milhão
10º Kety Preza: R$ 1,1 milhão
11º Adenilson Rocha: R$ 1 milhão
12º Juca do Guaraná: R$ 997,6 mil
13º Hugo Garcia: R$ 804,4 mil
14º Valcimar Fuzinato: R$ 755 mil
15º Moacir Couto: R$ 651,9 mil
16º Emanuelle Brasil: R$ 212 mil
17º Horacio Pereira: R$ 134,3 mil
18º Sargento Salamaleico: R$ 82 mil
19º Pra Eliane Cândida: R$ 50 mil
20º Ligi Almeida: R$ 22 mil
21º Cowboy do Povo: R$ 1 mil
22º Ediana F. Campos: Não há bens a declarar
23º Elo Fontes: Não há bens a declarar
24º Uelida Ribeiro: Não há bens a declarar

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Fechados com Pivetta e Mendes, Podemos libera candidatos para apoiar Wellington e Janaina

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Max Russi optou pela medida para manter o partido unido; prioridade da legenda são as proporcionais, elegendo seis na AL e dois em Brasília

O presidente do Podemos em Mato Grosso, deputado estadual Max Russi, decidiu liberar candidatos e lideranças municipais para apoiarem o candidato ao governo, senador Wellington Fagundes (PL), e a deputada estadual Janaina Riva (MDB) que disputa o Senado. A medida veta sanções internas caso os filiados optem por não pedir votos ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), com quem o Podemos definiu coligação.

A decisão foi tomada após reunião da executiva estadual para manter a unidade no partido depois de dias de intensos debates internos sobre o posicionamento da sigla nas eleições de 2026.

O Podemos chegou a discutir o lançamento de candidatura própria ao Palácio Paiaguás, tendo como principal nome o CEO da Ditado Produções, Elson Ramos, além de negociar espaço na chapa majoritária como candidato a vice-governador. Para evitar novos desgastes e eventuais processos por infidelidade partidária, a direção optou por liberar os filiados na disputa majoritária.

A desistência da candidatura própria e da disputa pela vice também permitiu ao partido permanecer na base do governador Otaviano Pivetta. Com isso, o deputado federal Fábio Garcia (União Brasil) foi confirmado como candidato a vice-governador.

Como parte das negociações conduzidas por Max Russi, Elson Ramos foi contemplado com a segunda suplência da candidatura ao Senado do ex-governador Mauro Mendes (União Brasil).

Com o cenário definido, o Podemos passa a concentrar sua estratégia eleitoral nas chapas proporcionais. A expectativa da legenda é eleger seis deputados estaduais e conquistar duas cadeiras na Câmara dos Deputados. O presidente do partido também mantém a expectativa de alcançar uma sétima vaga na Assembleia Legislativa, conjectura classificada por Max como “um sonho”.

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